Górgona em s-s-sofrimento

C-c-céus, que dor de cabeça! Que insuportável c-c-cefaleia. Indescritível s-s-sofrimento.
S-s-são as s-s-serpentes. As s-s-serpentes na minha cabeça: s-s-sibilam, s-s-sussurram, s-s-segredam.
Elas até s-s-são úteis quando quero transformar alguém em estátua de pedra. Mas não s-s-se calam. Todo o s-s-santo dia, s-s-só dizem disparates. S-s-sem parar para raciocinar, recitam palermices s-s-sem s-s-sentido.
S-s-sinceramente, já não s-s-sei que mais faça para que c-c-cessem com tamanha insanidade. S-s-será que consigo transformá-las em s-s-seixos?
Se calhar, s-s-só me resta tomar uma s-s-solução de ácido acetilsalicílico e ir fazer uma s-s-sesta.

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