“ainda escreves? pensei que te tinhas deixado disso…”

não, não me deixei disso. não tenho razão para me deixar disso. acho até que não me posso dar ao luxo de me deixar disso. com blog, sem blog (com capota, sem capota), escrever é coisa antiga, talvez anterior à adolescência. para organizar ideias. porque é uma forma de me forçar a ter um diálogo com princípio, meio e fim comigo própria. porque passar as ideias, as nuvens de pensamento, o fluxo de consciência para palavras é essencial para desatar nós. pode é dar-se o caso de parte dessas palavras não servirem, não requererem ou não admitirem ser partilhadas. e há que respeitar a vontade das palavras. principalmente daquelas que generosamente ajudaram a desatar nós.

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