lista de caca (i.e., onde o seth godin e a banda sonora do natural born killers se cruzam)

<introito>

1. hoje, o universo — esse parvalhão — achou que tinha coisas a dizer-me e, tal como vem a ser a ser hábito, optou por fazê-lo por interposta pessoa, mais precisamente pela pena qwerty do seth godin.
no recado em causa, o xor godin fala da potencial qualidade dos posts que nunca chegou a escrever face à qualidade efetiva dos posts que chegam a ver a luz do dia, isto tudo como metáfora para a (não) realização dos nossos sonhos. e o que eu gosto de metáforas! (e o universo — parvalhão mas um parvalhão atento — sabe bem disso.)
(aqui eu devia escrever qualquer coisa sobre os posts que também não chego a escrever e blá-blá-blá e ronhó-nhó-nhó… mas eu não quero insultar a inteligência de ninguém, portanto fico-me pelo parênteses.)

The thing is, an unwritten post is no post at all. It’s merely a little bit of gossamer on wings of hope. Doesn’t count.

2. ando a ouvir velharias no carro (não, não vou relatar o que quer que seja sobre a crueldade que me limitou a seleção musical). entre essas velharias um leitmotiv que não revisitava há uns anitos: a banda sonora do natural born killers. e blá-blá-blá e não sei o quê sobre a minha fase grunge há 20 e pico anos e sobre as miúdas de 18/20 anos deste século não saberem usar camisas de xadrez e cabelo pela cinta… e eis que as L7 entram em cena.

When I get mad and I get pissed
I grab my pen and I write out a list

</introito>

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