“eu queria que resultasse. é a tentar que descobrimos até onde conseguimos ir.”
o contexto não interessa. a atitude pode ser rara mas a aplicabilidade é virtualmente universal.
fez-me sorrir. fez-me acreditar. fez-me ter um daqueles momentos de fé daquela que é a fé dos agnósticos.
daquela que é a fé desta agnóstica. esta agnóstica que não acredita em entidades superiores. esta agnóstica que não tem fé na humanidade como coletivo mas tem fé nas pessoas como motores individuais. motores de evolução motores de crescimento.
“é a tentar que descobrimos até onde conseguimos ir.” diz a rapariga que provavelmente está a trabalhar por pouco mais que o salário mínimo.
não é pelo “retorno”, pelo receber de volta, pelo potencial efeito boomerang.
é porque há pessoas que simplesmente são assim, porque há pessoas que não esperam a proverbial cenoura para terem vontade de correr.
é porque há pessoas que simplesmente querem ser mais e não apenas ter mais.
“if you aren’t in over your head, how do you know how tall you are?”
(t. s. eliot)