e onde está o sol a entrar pelo quarto e a obrigar-me a perceber que são horas para ir à luta?
e quem é que vai substituir a juba dos dentes-de-leão que estão a levar com litros de água em cima?
e o que faço eu agora que, cheia de fé nas promessas do s. pedro, arrumei as botas e fui buscar o calçado de verão?
e de que é que serve ser primavera se o céu está carregado e o horizonte incerto?
onde está a primavera a que tenho direito?